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Mostrando postagens com o rótulo Autoconhecimento

Por que me sinto sozinho mesmo estando acompanhado? Entendendo a solidão emocional

  Por que me sinto sozinho mesmo estando acompanhado? Entendendo a solidão emocional Você pode estar cercado de pessoas e ainda assim sentir uma solidão difícil de explicar. Talvez converse todos os dias, trabalhe, cuide da família, responda mensagens e mantenha sua rotina funcionando. E, mesmo assim, exista uma sensação persistente de estar sozinho. É uma experiência que pode ser difícil de explicar porque, olhando de fora, parece que não existe motivo para se sentir assim. Afinal, existem pessoas ao redor. Mas estar acompanhado não significa necessariamente sentir-se conectado. Às vezes, a solidão não está na ausência de pessoas. Está na sensação de não conseguir compartilhar verdadeiramente aquilo que acontece dentro de nós. Sumário ...

O nosso último voo: e se o tempo que temos não fosse infinito?

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  O nosso último voo: e se o tempo que temos não fosse infinito? Uma reflexão sobre finitude, escolhas, presença e aquilo que ainda precisamos dizer. Imagine que você recebeu um voucher para uma viagem. Você sabe o destino. Sabe que a viagem acontecerá. Sabe que terá um determinado período para aproveitá-la. Mas existe uma informação que você não recebeu: quando será o seu último voo. Mesmo assim, talvez você viva como se tivesse recebido um voucher especial: um voucher eterno. Como se houvesse sempre uma próxima oportunidade. Outra conversa. Outro abraço. Outro pedido de desculpas. Outro encontro. Outro “eu te amo”. Outro dia. Mas e se não houver outro voo? Sumário Heidegger e o ser-para-a-morte ...

Vazio emocional: por que nada parece suficiente, mesmo quando aparentemente está tudo bem?

  Vazio emocional: por que nada parece suficiente, mesmo quando aparentemente está tudo bem? Quando a vida continua acontecendo por fora, mas alguma coisa parece faltar por dentro. Existem momentos em que a pessoa olha para a própria vida e pensa: “Eu deveria estar bem. Então por que não me sinto assim?” O trabalho está acontecendo. A família está por perto. Existem responsabilidades, compromissos, pessoas, planos e até momentos agradáveis. Ainda assim, permanece uma sensação difícil de explicar: um vazio por dentro. Nem sempre esse vazio aparece como tristeza. Às vezes ele se manifesta como falta de entusiasmo, sensação de estar vivendo no automático, necessidade constante de buscar alguma coisa nova ou a impressão de que, depois de conquistar algo, a satisfação desaparece rapidamente. E talvez uma das perguntas mais importantes não seja: ...